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No município de Álvares Florence (SP), a fruta serve até como base de pesquisa para combate de doenças. Exótica e saborosa, pitaya desperta cada vez mais interesse no plantio
Reprodução/TV TEM
Conhecida pela casca escamosa e polpa suculenta, a pitaya é considerada uma fruta tropical exótica e pode vir de diversas espécies de cactos. Dependendo da variedade, ela pode ser branca, vermelha ou até mesmo amarela, e sua produção tem crescido constantemente em todo o país.
Mateus Ferreira Moreti é um desses produtores. O agricultor que trablha em Álvares Florence (SP) conta que conheceu o fruto há quase 20 anos.
“Conheci a pitaya quando fiz uma visita na casa da minha tia em São José do Rio Preto (SP). Achei muito bonita e pedi umas mudas para ela. Plantei, mas, na época, era uma fruta desconhecida, então não havia informações sobre”, relembra.
Veja a reportagem exibida no programa em 25/02/2024:
Exótica e saborosa, pitaya desperta cada vez mais interesse de plantio no Noroeste de SP
A plantação, que começou de maneira improvisada, hoje possui cerca de 1,3 mil pés e sete variedades voltadas especialmente para a produção comercial. Com o passar dos anos, Mateus fechou uma parceria com a Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) para pesquisas sobre controles de doenças a partir da pitaya:
“Já faz 3 anos que essa parceria existe. Durante as épocas, eles pegam a fruta, a flor e os cladódios, separadamente. A partir delas, são feitas várias pesquisas para o combate de doenças com a pitaya”, diz.
Para o comércio, a expectativa é positiva. Até o início de abril, que marca o fim da época da fruta tropical, é esperado a colheita de cinco mil quilos somente nesta propriedade, que marca uma produtividade alta, mas que requer investimento.
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