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Na véspera, o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira recuou 0,87%, aos 129.020 pontos. Já a moeda norte-americana avançou 0,06%, cotada a R$ 4,9724. Cédulas de dólar
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O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (1º), com investidores de olho em dados econômicos locais e internacionais. O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, por sua vez, fechou em alta.
O principal destaque de hoje fica com o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a atividade do país cresceu 2,9% em 2023.
Além disso, dados de indústria e inflação da zona do euro e indicadores econômicos da China também ficam no radar.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
O dólar fechou em baixa de 0,36%, cotado a R$ 4,9547. Veja mais cotações.
Com o resultado, acumulou:
queda de 0,40% na semana;
alta de 0,71% no mês;
avanço de 2,47% no ano.
Na véspera, a moeda norte-americana subiu 0,06%, cotada a R$ 4,9724.

Ibovespa
O Ibovespa fechou em alta de 0,12%, aos 129.180 pontos.
Com o resultado de hoje, o Ibovespa acumulou:
queda de 0,31% na semana;
alta de 0,99% no mês;
recuo de 3,85% no ano.
Na véspera, o índice caiu 0,87%, aos 129.020 pontos.
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O que está mexendo com os mercados?
Por aqui, o principal destaque desta sexta-feira (1º) fica com o PIB brasileiro. Segundo dados divulgados pelo IBGE a atividade do país cresceu 2,9% em 2023, levemente acima do projetado pelo mercado no início do ano, de 3,0%.
O resultado final ficou muito próximo ao de 2022, quando o PIB do Brasil teve alta de 3%. Mais uma vez, o último trimestre do ano mostra uma desaceleração da economia, fechando desta vez com estabilidade em relação ao trimestre anterior (0%).
O PIB teve dinâmicas diferentes no primeiro e segundo semestres. Na primeira metade do ano, por exemplo, a atividade econômica foi puxada por uma safra excepcional de grãos. Já de julho a dezembro, o setor de serviços, o principal da economia brasileira, permaneceu resiliente e sustentou uma desaceleração gradual por conta do patamar elevado da taxa básica de juros, a Selic.
Novamente, estímulos fiscais dados à economia impulsionaram os números de consumo, caso do reajuste real do salário mínimo e da fixação do programa Bolsa Família no valor de R$ 600. O mercado de trabalho, que chegou a recordes de ocupação, também ajudou a economia a se manter aquecida.
Segundo o analista da área de reserach da Highpar Maykon Douglas, o destaque pela ótica da demanda foi a alta anual de 3,1% do consumo das famílias, com o resultado puxado pelo forte mercado de trabalho, em meio à dupla combinação entre aumento da ocupação e dos salários médios.
“A leitura nos faz manter a avaliação de que provavelmente o consumo das famílias será uma variável-chave para o desempenho da economia em 2024”, afirmou em relatório.
Além disso, o mercado também segue repercutindo as recentes sinalizações do governo durante os encontros do G20 realizados nesta semana.
Durante o evento, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a pedir colaboração internacional para que os super-ricos paguem sua justa contribuição em impostos e parem de se aproveitar dos ‘buracos’ nos sistemas tributários para evasão fiscal.
O economista e diretor do European Tax Observatory, Gabriel Zucman, convidado por Haddad para apresentar uma proposta de tributação em cooperação internacional para super-ricos, afirmou que essa tributação tende a ser progressiva, e propôs uma alíquota mínima de 2% a ser cobrada sobre a riqueza de bilionários.
Já no exterior, as atenções ficam com novos dados da China e da Europa. No gigante asiático, o índice de gerentes de compras (PMI) oficial do setor industrial, compilado pela Agência Nacional de Estatísticas do país, caiu de 49,2 em janeiro para 49,1 em fevereiro. O índice, que ficou abaixo da marca de 50, sinalizou uma contração da economia.
Essa foi a quinta redução consecutiva do indicador, o que aumenta a pressão sobre o governo chinês para que implemente mais medidas de estímulo, no momento em que o Parlamento se prepara para sua reunião anual na próxima semana.
Já na zona do euro, a inflação da região composta por 20 países caiu de 2,8% em janeiro para 2,6% em fevereiro. O núcleo do índice, que exclui os preços voláteis de alimentos e combustíveis, reduziu de 3,3% para 3,1%.
A atividade industrial da zona do europ, por sua vez, continuou a contrair em fevereiro, em meio à demanda fraca. O PMI industrial da região, compilado pela S&P Global, caiu de 46,6 em janeiro para 46,5 em fevereiro, abaixo da marca de 50, que separa crescimento de contração, pelo 20º mês consecutivo.
*Com informações da Reuters
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