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A moeda norte-americana fechou em queda de 0,15%, cotada a R$ 4,9475.Já o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira encerrou com um recuo de 0,65%, aos 128.341 pontos. Notas de 1 dólar
Rafael Holanda/g1
O dólar fechou em baixa nesta segunda-feira (4), iniciando uma semana de agenda fraca no Brasil, mas bem movimentada no exterior.
Nos próximos dias, os Estados Unidos divulgam dados de emprego, que são muito aguardados para entender os impactos dos juros altos na economia, e o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) discursa no Congresso. Na Europa, o Banco Central Europeu (BC) anuncia sua nova taxa de juros na quinta-feira (7).
Além disso, falas do presidente do Banco Central do Brasil (BC), Roberto Campos Neto, também ficaram no radar.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, também encerrou em queda.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Ao final da sessão, o dólar recuou 0,15%, cotado a R$ 4,9475. Veja mais cotações.
Com o resultado, acumulou:
queda de 0,15% na semana e no mês;
avanço de 1,96% no ano.
Na última sexta-feira (1), a moeda norte-americana caiu 0,36%, cotada a R$ 4,9547.

Ibovespa
Já o Ibovespa encerrou em queda de 0,65%, aos 128.341 pontos.
Com o resultado, acumulou:
queda de 0,65% na semana e no mês;
recuo de 4,36% no ano.
Na sexta, o índice subiu 0,12%, aos 129.180 pontos.
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O que está mexendo com os mercados?
A semana começou mais parada, apenas com alguns dados de confiança dos investidores na Europa. Os próximos dias, no entanto, devem ser agitados, sobretudo com os números do mercado de trabalho norte-americano.
Na quarta-feira (6), sai o relatório ADP, com números dos empregos privados nos Estados Unidos, e na sexta (8) tem o payroll, o mais importante relatório do mercado de trabalho do país.
Esses dados são observados com atenção, principalmente em um momento em que as taxas de juros americanas já estão os maiores patamares em décadas — entre 5,25% e 5,50% ao ano. Isso porque um mercado de trabalho ainda muito aquecido pode continuar gerando pressão inflacionária sobre a economia.
Por outro lado, se os números vierem abaixo do esperado ou mostrarem uma desaceleração da geração de empregos, é sinal de que as taxas elevadas estão pressionando a economia e isso pode servir de incentivo para que o Fed inicie seu ciclo de corte nos juros em breve.
Nesta segunda-feira (4), o presidente da distrital do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que a instituição não está sob pressão urgente para cortar as taxas de juros dos EUA.
“Preciso ver mais progresso para me sentir totalmente confiante de que a inflação está em um caminho seguro para atingir a média de 2% ao longo do tempo”, afirmou.
Ainda no cenário de juros, o presidente do Fed, Jerome Powell, deve falar no Congresso americano na quarta e quinta-feira (7). Investidores aguardam o discurso, à espera de mais sinalizações sobre quando os cortes nas taxas devem começar.
Na Europa, o BCE anuncia sua decisão sobre as taxas de juros também na quinta-feira. A expectativa é que a instituição mantenha os juros no nível recorde de 4%, mas é provável que reduza sua perspectiva para a inflação, em um aceno para eventuais cortes.
Hoje, saiu o resultado do índice Sentix, que mede a confiança dos investidores, para a zona do euro. O resultado permanece em território negativo, mas mostra uma melhora: subiu de -12,9 em fevereiro para -10,5 em março.
Por aqui, as atenções ficaram voltadas para falas do presidente do BC, Roberto Campos Neto. O banqueiro central afirmou que a inflação de serviços no Brasil é um ponto de atenção, com salários começando a “pressionar um pouco” os preços.
“A gente ainda entende que tem uma convergência benigna da inflação, tem um ponto de atenção para a parte de serviços, que a gente tem falado. A gente está vendo que essa parte de salários começou a pressionar um pouco”, disse ele durante evento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
Já em relação ao quadro fiscal brasileiro, Campos Neto disse que o governo tem condições de entregar um resultado que surpreenda para melhor.
*Com informações da agência de notícias Reuters
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